duelectrum
Monday, January 03, 2011
Sunday, August 06, 2006
Wednesday, August 02, 2006

Capa da coletânea "Caminando sobre Nubes", lançado em março deste ano pelo selo independente peruano Superspace Records, do Wilder Gonzales. A gente saiu nesse disco com "Maverick", ao lado do Loveliescrushing e do Brian Jonestown Massacre, duas consagradas do independente americano, além de algumas outras bandas excelentes dos EUA, México e Peru. www.peruavantgarde.blogspot.com
Thursday, July 27, 2006
Duelectrum ao vivo em Oficina de Talentos da secretaria de cultura da Prefeitura de São Paulo, realizada em um estacionamento de uma igreja na zona leste de SP. Essa apresentação teria sido um desastre completo, não fossem três crianças que coreografaram durante "Galaxy of Sound" e um mendigo bêbado sãopaulino que dançou todas as músicas.
Uma pena que ele não tenha aparecido na foto.
Tuesday, July 25, 2006
Segue entrevista feita pelo Éber quando ele ainda não tocava na banda, feita para o site dotgospel em 2002.
Há algum tempo o site .Gospel tem o desejo de apoiar bandas cristãs independentes no Brasil. Para aprimorar esta iniciativa, vamos agora também escrever algumas resenhas de bandas que já lançaram algum tipo de material e estão batalhando pelo seu espaço no cenário cristão!Para estrear esta nova fase de resenhas, a banda escolhida foi a "Duelectrum"! Ela já deu as caras por aqui através da seção "Bandas Que Nunca Ouvi Falar" e em alguns posts nos fóruns do site.Banda de São Paulo - Capital, seu som é caracterizado por guitarras ruidosas e cheias de efeitos, sintetizadores e algumas batidas eletrônicas. Para escrever esta resenha fizemos contato com um dos integrantes da banda e ele nos cedeu, através de e-mail, uma breve entrevista que você acompanha logo abaixo:
.Gospel - Primeiramente, gostaríamos de saber quem faz parte da banda e o que cada um faz.
Filipe - Franklin Weise: baixo, teclado e vocal; Filipe Albuquerque: guitarra, bateria e vocal.
.Gospel - Há quanto tempo a banda existe?
Filipe - Há quatro anos, desde abril ou maio de 99.
.Gospel - De onde veio a idéia do nome "Duelectrum"?
Filipe - Não me lembro direito, mas acho que é um trocadilho com o nome Danelectro, que é uma marca de instrumentos musicais e pedais... Veio daí o nome, se não me engano. Mas não significa nada. O "Due" do nome, no começo era "duo", de dupla, e aí ficou Duoelectrum. Mas depois ficou apenas Duelectrum mesmo. A gente teve até outros dois ou três nomes, bem no começo, mas a gente não gostava muito de nenhum deles.
.Gospel - Já ocorreram mudanças de membros dentro da banda?
Filipe - Não, a formação foi sempre a mesma. Uma baterista, a Mayra Claudia, chegou a fazer alguns ensaios com a gente, mas ela nunca foi efetivamente da banda. Talvez se ela tivesse continuado com a gente viesse a ser da banda mesmo. Mas ela pediu pra sair por falta de tempo para ensaios etc.
.Gospel - Como foi a experiência de gravar um EP?
Foi legal. A gente demorou pra gravar. Começou no segundo semestre de 2001, mas só conseguiu acabar mesmo em março ou abril do ano passado. Mas foi divertido.
.Gospel - Quais eram as expectativas da banda com relação ao EP? Essas expectativas foram ou estão sendo de alguma forma superadas?
Filipe - Acho que a gente nunca teve muita expectativa com relação ao compacto. A gente não fez divulgação, só colocou em algumas lojas na rua 24 de maio e distribuiu a alguns amigos. Particularmente, não tive muita disposição de sair enviando o disco pra muita gente, sites, publicações específicas de música cristã ou de rock independente, por exemplo. Por causa disso, qualquer coisa que acontecesse ou aconteça com esse disco é lucro. Só o fato de que, até agora, todo mundo que ouviu e comentou, elogiou, já é um baita resultado. Pelo menos é muito mais do que eu esperava
Gospel - Como é em geral, a vida espiritual da banda? Qual a principal missão dela?
Filipe - O objetivo é falar de Jesus em um ambiente aonde, provavelmente, a boa nova ainda não chegou. Tem muito cara que gosta de rock e que tem ojeriza (antipatia) à igreja, vê como uma instituição repressora, conservadora. Claro que parte disso é ignorância, e outra é preconceito. E não há trabalhos específicos de evangelização com esse tipo de gente. É muita pretensão da minha parte achar que a gente é pioneiro nesse tipo de coisa, e não é isso que estou dizendo, mas é fato que não existe preocupação ao menos visível em atingir esse grupo de jovens. Mas isso é uma opinião minha. Eu precisaria de horas pra falar sobre isso.
.Gospel - Quem escreve as letras? E as músicas? Como é o processo de composição?
Filipe - A maioria das letras são minhas, mas o Franklin também faz algumas. E não existe processo definido de composição. No meu caso, penso primeiro em uma melodia, depois junto os acordes que casam com a melodia e depois faço a letra (mas também posso pensar primeiro em uma letra, ou em uma seqüência de acordes, um riff ou algo do gênero). Aí mostro para o Franklin e a gente desenvolve junto, acrescenta outras coisas. E da parte dele deve ser parecido, porque ele me mostra alguma coisa e a gente faz o mesmo, desenvolve a partir do que ele já fez.
.Gospel - Quais são as influências da banda? Como vocês classificariam o som de vocês?
Filipe - Pra mim, é rock. Talvez o Franklin tenha outra opinião sobre isso, mas eu classifico como rock. Quanto a influências, falo por mim, é basicamente o rock inglês safra 80 e 90.
.Gospel - Quais são os planos para o futuro da banda?
Filipe Encontrar um baterista, o que deve estar perto de acontecer, gravar um outro disco, agora com mais músicas, e tocar. Eu não faço muitos planos, não sou muito deslumbrado com relação a isso. Talvez o Franklin diria - novamente - outra coisa (não que ele seja deslumbrado - risos). No momento a intenção é terminar um outro disco e tocar em alguns lugares.



